Erros na seleção da liderança

Contratar errado para um cargo de liderança é um dos erros mais caros que uma empresa pode cometer — e um dos mais silenciosos.

Não aparece na nota fiscal. Aparece no turnover do time. No clima da equipe. Nas metas que não saem do papel. Projetos atrasam, decisões são evitadas e o time passa a operar em modo reativo.

Segundo estudos da Society for Human Resource Management (SHRM), o custo de uma contratação equivocada em cargos estratégicos pode alcançar até três vezes o salário anual do profissional. E isso sem considerar o impacto humano: desmotivação, conflitos, perda de talentos e retrabalho acumulado.

Na prática, os erros mais comuns que observamos após mais de 40 anos de experiência coletiva em gestão de pessoas são três:

Primeiro: contratar pela competência técnica e ignorar a capacidade de gerir pessoas. Um excelente profissional não é, automaticamente, um bom líder.

Segundo: definir o perfil com base no passado da empresa, sem considerar para onde ela está indo. A liderança que você precisa para crescer não é a mesma que manteve o negócio estável.

Terceiro: desconsiderar o fit cultural. Líderes que não se identificam com os valores da organização raramente engajam equipes de forma genuína.

A boa notícia é que esses erros são evitáveis quando o processo seletivo é estruturado com método, clareza de perfil e critérios objetivos de avaliação. Inclusive quando se cogita promover um colaborador a líder.

Na Rêve, estruturamos processos de seleção de liderança baseados no entendimento da estratégia de negócio (para onde estamos indo?), clareza sobre a cultura e avaliação comportamental, sempre com método e adaptados à realidade e ao momento de cada negócio.

Se a sua empresa está prestes a contratar ou promover uma liderança, vale considerar fazer isso de forma profissional para maximizar resultados e  evitar meses — ou anos — de retrabalho silencioso.
 

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