Embora o mercado avance nas discussões sobre liderança feminina, a maternidade ainda impacta diretamente a trajetória profissional de muitas mulheres.
E os dados mostram isso.
Pesquisas da Fundação Getulio Vargas apontam que quase metade das mulheres deixa o mercado formal até dois anos após a licença-maternidade, evidenciando os impactos da chamada “penalidade da maternidade” na carreira feminina.
Na prática, muitas mães desenvolvem competências extremamente valiosas para o ambiente corporativo:
adaptabilidade,
gestão de prioridades,
resolução de problemas,
inteligência emocional,
capacidade de negociação,
resiliência,
eficiência.
Ainda assim, muitas organizações seguem operando a partir de modelos que associam maternidade à menor disponibilidade, menor entrega ou menor ambição profissional.
E é justamente aí que culturas organizacionais maduras começam a se diferenciar.
Empresas que valorizam a parentalidade de forma genuína entendem que apoiar mulheres é uma decisão estratégica de retenção, engajamento e fortalecimento de cultura.
Isso passa por lideranças mais conscientes, ambientes mais flexíveis e, principalmente, pela revisão de uma crença ainda muito presente no mercado: a ideia de que performance está diretamente ligada à disponibilidade irrestrita.
Culturas saudáveis entendem que pessoas têm ciclos de vida.
E organizações fortes são aquelas capazes de acolher esses ciclos sem desperdiçar talentos no caminho.
Na Rêve acreditamos que a carreira é parte da realização humana e, que para isso, planos profissionais e vida pessoal precisam caminhar juntos. Por isso, apoiamos empresas no desenvolvimento de lideranças e culturas organizacionais mais sustentáveis e preparadas para os desafios reais das pessoas e dos negócios.